Resumo
O presente artigo tem como propósito analisar as representações de indígenas da Reserva Francisco Horta Barbosa, em Dourados, MS, acerca do crime contra os costumes/“estupro presumido”, atualmente intitulado “estupro de vulnerável”. Para tanto, foi utilizada a metodologia do grupo focal que nos permitiu acessar, de forma rápida e confiável, o ponto de vista de indígenas sobre o problema abordado. A técnica empregada não pretende apresentar resultados absolutos, mas, antes, apontar questões para o debate relativo à comparação entre regras e costumes étnicos em seu diálogo com os saberes jurídicos e suas possibilidades de interlocução.Todos os artigos publicados na Revista Tellus estão disponíveis online e para livre acesso dos leitores, tem licença Creative Commons, de atribuição, uso não comercial e compartilhamento pela mesma. Direitos Autorais para artigos publicados nesta revista são do autor, com direitos de primeira publicação para a revista. Em virtude de aparecerem nesta revista de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, em aplicações educacionais e não-comerciais.
