Arenga Tata Nhee Assojoba Tupinamabá
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Palavras-chave

manto tupinambá
indígena
gênero
meio ambiente
sustentabilidade

Como Citar

Jesus da Silva, G. (2022). Arenga Tata Nhee Assojoba Tupinamabá. Tellus, 21(46), 323–339. https://doi.org/10.20435/tellus.v21i46.816

Resumo

Apresentar elementos da perspectiva de gênero na atuação do manto tupinambá, e as relações entre o desenvolvimento sustentável e autônomo dos Tupinambá da Serra do Padeiro (Terra Indígena Tupinambá de Olivença, sul da Bahia) e a feitura do manto é o principal objetivo deste artigo. O trabalho de confecção do manto, no qual estou envolvida mais intensamente desde 2020, deixa ver que o território precisa existir para que o manto possa viver. Em 2004 demos um passo que foi  pisar na terra e fazer a primeira retomada para garantir a demarcação do território tupinambá e sustentabilidade dos familiares indígenas que trabalhavam em regime de semi-escravidão para os fazendeiro .Não é preciso matar, desmatar nem destruir para o manto existir. Podemos amar, cultivar o meio ambiente e nossa cultura, praticar e transmitir nossa tradição, sem separação.

Não é preciso matar, desmatar nem destruir para o manto existir. Podemos amar, cultivar o meio ambiente e nossa cultura, praticar e transmitir nossa tradição, sem separação.

https://doi.org/10.20435/tellus.v21i46.816
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Referências

Artigo para a seção Escritos Indígenas. Não apresenta referências

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