Abstract
This article analyzes the emergence of medicinal parks in the Kaxinawá Indigenous Lands in the western Brazilian Amazon, Acre, highlighting spaces near villages where shamans cultivate medicinal and sacred plants and perform shamanic treatments for healing. The qualitative, ethnographic study was conducted between 2005 and 2019 in the Kaxinawá Indigenous Lands of Rio Jordão, Baixo Rio Jordão, Kaxinawá/Ashaninka of Rio Breu, and Kaxinawá of Rio Humaitá, through field visits, participant observation, oral interviews, discussion circles, analysis of reports, diaries of Indigenous Agroforestry Agents, and monographs by Huni Kuĩ authors, following traditional knowledge transmission practices and ethical principles of consent and preservation of the narratives’ original meaning. The results show that medicinal parks function as spaces of cultural revitalization, sustainable management, and symbolic innovation, integrating shamanic and agroforestry practices and strengthening the links between health, spirituality, and the forest. It is concluded that these parks represent a contemporary form of cultural resistance and affirmation among the Huni Kuĩ, reaffirming their own ways of producing knowledge, caring for life, and managing territory, while updating ancestral practices of plant management and healing in the Amazon.
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