Resumo
Ao ser arrolada a documentação colonial encerrada no Arquivo Histórico Ultramarino, Lisboa – Portugal, das capitanias de Goiás e Piauí, visualizaram-se as práticas da política indigenista e de resistência do povo Akroá como processos políticos dinâmicos, formados pela interação de atores coloniais, índios e não-índios. No presente trabalho utilizaram-se os nortes histórico-antropológicos, na tentativa de se contribuir para as novas interpretações da história dos povos indígenas em contato com os colonizadores no período que corresponde ao século XVIII.Todos os artigos publicados na Revista Tellus estão disponíveis online e para livre acesso dos leitores, tem licença Creative Commons, de atribuição, uso não comercial e compartilhamento pela mesma. Direitos Autorais para artigos publicados nesta revista são do autor, com direitos de primeira publicação para a revista. Em virtude de aparecerem nesta revista de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, em aplicações educacionais e não-comerciais.
