Resumo
A partir da interpretação do trabalho de Viveiros de Castro sobre a guerra tupi-guarani, este ensaio propõe comparar e analisar etnograficamente as relações estabelecidas entre o matador e sua vítima na guerra dos Araweté e dos Tupinambá, no intuito de apontar os aspectos estruturais implicados na dinâmica desses encontros bélicos. A análise dos aspectos estruturais apontados será realizada a partir do bem conhecido argumento de Lévi-Strauss a respeito da instabilidade das relações identitárias no pensamento ameríndio (História de Lince, 1991).Todos os artigos publicados na Revista Tellus estão disponíveis online e para livre acesso dos leitores, tem licença Creative Commons, de atribuição, uso não comercial e compartilhamento pela mesma. Direitos Autorais para artigos publicados nesta revista são do autor, com direitos de primeira publicação para a revista. Em virtude de aparecerem nesta revista de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, em aplicações educacionais e não-comerciais.
