"Cuando los pueblos indígenas pidieron autonomía, el Estado les dio la Interculturalidad”: un estudio de caso sobre universidades indígenas
“Quando os povos indígenas pediram autonomia, o Estado lhes deu a Interculturalidade”: um estudo de caso sobre universidades indígenas
DOI:
https://doi.org/10.20435/tellus.v25iesp.1107Palabras clave:
universidades indígenas, universidad autônomas, Brasil, México, comunalidadResumen
Este artigo discorre sobre a criação das universidades autônomas, ou mais precisamente, universidades indígenas. Em termos de macro escala, as universidades indígenas se dispersam em diversas partes do globo. Mais detidamente, o México, seguido dos Estados Unidos e Nova Zelândia, são as nacionalidades mais antigas ao apresentar estas primeiras formações. No Brasil, desde 2006, sob a gestão autônoma no Rio de Janeiro, é criada a Universidade Pluriétnica Indígena Aldeia Maracanã. No México, há aproximadamente 17 universidades autônomas em gestão pela SEPE, sendo que aqui nos centraremos na Universidad Autónoma Comunal de Oaxaca (UACO). Uma emblemática universidade em relação aos seus personagens como Jaime Luna, Floriberto Diaz e as lutas pelo sentido de comunalidad.
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